segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Lula passará a noite internado e deve ter alta amanhã


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou, por volta de 8h40m, seu apartamento em São Bernardo do Campo e seguiu para o Hospital Sírio-Libanês, onde dará início ao tratamento contra o câncer de laringe.
Para a primeira sessão de quimioterapia, os médicos decidiram que o ex-presidente ficará uma noite internado e deve ter alta na manhã de terça-feira. Lula passará por três ciclos de medicação, combinando quimioterapia e radioterapia, com intervalo de 20 dias entre eles.
No domingo, passado o choque do diagnóstico, o ex-presidente viveu um dia de ansiedade, à espera da internação e do início do tratamento. Evitou os amigos, mesmo os mais íntimos, e cercou-se da mulher, Marisa Letícia, dos filhos e dos netos.

Mãe e irmãos de Lula tiveram câncer

Lula recebeu o diagnóstico de câncer na laringe com o susto de quem já sofreu com essa doença na família. Sua mãe, dona Lindu, morreu em um hospital público com câncer de útero. Em junho, a irmã mais velha de Lula, Marinete, morreu de câncer no pulmão. Um de seus irmãos, Jaime, teve um tumor na laringe semelhante ao que o ex-presidente enfrenta agora e curou-se. O médico que tratou Jaime faz parte da equipe que cuidará do ex-presidente. É o oncologista Luiz Paulo Kowalski. Para Kalil, esse passado familiar pode, sim, ter influenciado no desenvolvimento da doença.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Steven Paul Jobs, visionário fundador da Apple; veja sua trajetória
 
Jobs

Jobs segura um iPhone durante o evento de lançamento da primeira versão do aparelho, em janeiro de 2007
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era “simplesmente funciona” (em inglês, “it just works”). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. “Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar”, contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
“Ninguém quer morrer”, disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. “Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo.”

Homem-zeitgeist

A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu “homem-zeitgeist”, ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo “AUTOEXEC.BAT” para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido”, afirmou, em entrevista à revista “Fortune” em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que “não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso.”
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um “hobby”, um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses – plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado “campo de distorção da realidade” criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um “jardim fechado”, incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de “tirano”. Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs”, afirma que, ao lado do “Steve bom”, o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos — às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um “nêmesis”, um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Do LSD ao Mac
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Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio Steve Wozniak
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
“Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida”, disse, em entrevista ao “New York Times”. Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria “uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez”. O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do “desktop” utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
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Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente da Apple
Com o “Mac”, enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação “de garagem” que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e “Woz” apresentavam um computador que não era feito para “o restante de nós”.
“Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como ‘barra Q-Z’. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro – e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas”, afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas “por engenheiros e para engenheiros”, e havia a necessidade de criar algo para o “restante”, ou, como diria a famosa campanha “Pense diferente” da Apple de 1997, um computador para “os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados”.
Saída da própria empresa
Mas o sucesso do Mac – que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) – não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu “toque de midas”. No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
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Steve Jobs com seu sucessor no comando da Apple, Tim Cook
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos – alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes – inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade – “sempre aliada ao trabalho duro”, como ele mesmo enfatizou. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido.”
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional – os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita – foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. “Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou”, afirmou, em comunicado.
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Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.


Fonte: Dono da Notícia

domingo, 25 de setembro de 2011










Soliney Silva quer emplacar filho em São Luís

 

Atenção pequenos partidos políticos em São Luís: o prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva, busca uma legenda para abrigar seu filho a ser candidato a vereador por São Luís.

O pai anda batendo nas portas das agremiações partidárias como quem pede esmolas. O receio é se ele resolver abrir a bolsa, ou o cofre da sofrida Coelho Neto.

Exemplos assim a classe política já assistiu. Umbelino Júnior, hoje vereador da capital, foi apresentado como um qualquer, sem que ninguém desconfiasse do bolso do pai prefeito.

Depois foi Fufuca Filho, apresentado por Roberto Rocha como mais um. Só depois descrobriram de quem se tratava. Aí já era tarde demais. Comeu a vaga de Edivaldo Holanda. Portanto, fiquem de olhos abertos.

Fonte Blog do Luís Cardoso

quarta-feira, 21 de setembro de 2011





Médicos do MA param atendimento a todos os planos de saúde hoje

 

Somente Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte não aderiram ao boicote ao planos. Conforme entidades, não serão atendidas consultas e cirurgias eletivas.


Entidades médicas esperam mobilizar 120 mil dos 160 mil médicos que atuam na saúde suplementar.

 
 Médicos de 23 Estados e do Distrito Federal vão paralisar o atendimento a parte dos planos de saúde nesta quarta-feira. Apenas em Roraima, Amazonas e Rio Grande do Norte, os atendimentos serão totalmente mantidos, pois as entidades médicas consideram avançado o grau de negociação com as operadoras.

Essa é a segunda etapa do movimento que reivindica reajuste na tabela de honorários médicos, estabalecimento de reajustes periódicos e fim de interferências dos convênios nas decisões médicas.


Estas demandas levaram médicos do país a suspenderem atendimento aos planos de saúde em abril. Agora serão boicotados atendimentos aos planos que não negociaram ou não apresentaram propostas de reajuste consideradas adequadas.

Como as negociações ocorreram descentralizadamente nas 27 unidades da federação, cada Estado tem uma lista de planos que não serão atendidos nesta quarta-feira. Os mais frequentes, segundo levantamento das entidades médicas, são Amil, Hapvida, Geap, 

Caixa, Cassi, Correios, Golden Cross e SulAmérica.
O atendimento a todos os planos será suspenso em nove estados: Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Tocantins. Nos demais estados, o boicote dos médicos será a apenas alguns planos de saúde

As entidades médicas esperam mobilizar 120 mil dos 160 mil médicos que atuam na saúde suplementar. Os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos.

Confira a lista dos planos que serão atingidos pela paralisação:


Acre: Unimed, Assefaz, Casf, Caixa Econômica, Cassi, Capesep, Correios, Eletronorte, Embrapa, Fassincra, Geap, Sesi/DR/AC, Plan – Assiste e Conab
Alagoas:
Smile, Hapvida, Amil e Unimed
Amapá:
SulAmérica, Amil e Grupo Unidas (Plan – Assiste, Geap, Fassincra, Eletronorte, Embrapa, Assefaz, Cassi, Capesaúde, Caixa Econômica, Correios, Embratel)
Bahia:
Amil, Medial, Hapvida, Norclínicas/Intermédica, Life Empresarial, Geap, Cassi, Petrobras, Golden Cross e Promédica
Distrito Federal:
Amil, Bradesco, Golden Cross e SulAmérica
Ceará:
todas as operadoras
Espírito Santo:
todas as operadoras
Goiás:
Imas, Geap, Golden Cross, Itaú, Mediservice e SulAmérica
Maranhão:
todas as operadoras
Mato Grosso:
todas as operadoras
Mato Grosso do Sul:
todas as operadoras
Minas Gerais:
todas as operadoras
Pará:
Hapvida, Grupo Lider, Cassi, Ipamb, Iasep, Geap e hospitais militares (Polícia Militar, Naval e Exército)
Paraíba:
Geap, Amil, Smile, Hapvida, Norclínica, SulAmáerica e Saúde Excelsior
Paraná:
todas as operadoras
Pernambuco:
Samaritano Viva, Ideal Saúde, Golden Cross, Real Saúde, América Saúde, Hapvida/Santa Clara
Piauí:
Capesaúde, Cassi, Correios Saúde, Geap, Saúde Caixa e Uniplam
Rio de Janeiro:
todas as operadoras
Rio Grande do Sul:
Afivesc, Assefaz, Bacen, Bradesco, Cabergs, Caixa, Canoasprev/Fassem, Capesesp, Casembra, Casf, Cassi, Centro Clínico Gaúcho, Conab, Doctor Clin, ECT, Eletrosul/Elos, Embratel, Fassincra, Geap, Golden Cross, Infraero, IRB, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assist, Proasa, Pró-Salute, Sameisa, Serpro, Sesef, SulAmérica, Unafisco, Usiminas e Wal-Mart.
Rondônia:
Unimed, Ameron, SulAmérica e Bradesco
Santa Catarina:
todas as operadoras que atuam no estado, exceto Assefaz, Saúde Caixa, Capesesp, Cassi, Celos, Correios Saúde, Conab, Eletrosul, Embratel, Elos Saúde, Fassincra, Cooperativas Médicas e Funservir
São Paulo:
Ameplan, Golden Cross, Green Line, Intermédica, Notre Dame, Prosaúde, Blue Life, Dix Amico, Medial, Geap e Volkswagen
Sergipe:
operadoras que atuam no estado, exceto Assec/Cehop, Assefaz, Cagipe, Camed, Capesep, Casec, Casembrapa, Casse, Cassi, Cassind, ECT, Embratel, Fachesf, Fassincra, Pasa, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assiste, Proasa, Saúde Caixa e Sesef
Tocantins:
todas as operadoras

 
 Fonte:  G1 e Folha de S.Paulo

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tropa de elite 2' vai representar o Brasil na disputa pelo Oscar 2012

Título foi divulgado nesta segunda (20) pelo Ministério da Cultura.
Longa foi escolhido por comissão de autoridades e profissionais do cinema.

Do G1 RJ
 
'Tropa de elite 2' (Foto: Divulgação/Divulgação)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 

O filme "Tropa de elite 2", de José Padilha, vai representar o Brasil na disputa pelo Oscar 2012, divulgou o Ministério da Cultura na manhã desta segunda-feira (20). O anúncio foi feito pela comissão especial de seleção no Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio de Janeiro.

"Por sua qualidade técnica e artística, 'Tropa 2' saltou à frente dos outros indicados", disse a secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, que acrescentou que a votação entre os membros da comissão foi unânime.

A produção vai concorrer a uma vaga entre os indicados ao prêmio de melhor filme estrangeiro na 84ª edição do Oscar. O longa-metragem foi escolhido de uma lista de 15 concorrentes, incluía "Bruna Surfistinha", "Assalto ao Banco Central", "As mães de Chico Xavier" e outros.

A comissão é formada pela secretária do audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Dourado Santana; pelo presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco; pelo ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza; e pelos representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello.

sábado, 17 de setembro de 2011

 
 

Emenda de Gastão Vieira financiou obra paralisada

 
Recursos destinados por Gastão Vieira sairam do Ministério do Turismo. Novo ministro diz haver briga política em Buriticupu e que as acusações têm essa motivação.

Prazo para a conclusão do balneário era agosto de 2010. Foto: Reprodução / Blog do Neto Ferreira
Prazo para a conclusão do balneário era agosto de 
 2010. Foto: Reprodução / Blog do Neto Ferreira

O novo ministro do Turismo, Gastão Vieira (PMDB-MA), destinou, em 2008, R$ 390 mil para a construção de um Balneário no povoado de Sagrima, em Buriticupu, que até hoje não ficou pronto.
A obra foi orçada em mais de R$ 445 mil e todo o recurso foi depositado na conta da prefeitura em dezembro de 2008 pelo Ministério do Turismo. Na época, a empresa vencedora da licitação foi a Construtora Malta, que pertence ao engenheiro João Carlos.
O prazo para a conclusão do balneário (galpão com bares e banheiros às margens de uma lagoa do município) era agosto de 2010. Mas o que há no local são paredes com rachaduras e sem acabamento, além do teto. As divisões internas não foram feitas.

No local, apenas paredes com rachaduras e sem acabamento, além do teto.

No local, apenas paredes com rachaduras e sem acabamento, além do teto.
Em resposta ao blog, Gastão Vieira confirmou que os recursos foram destinados através de sua emenda parlamentar. Só que atribuiu a culpa somente ao prefeito em não ter concluído a obra e que a responsabilidade de fiscalizar seria da Caixa Econômica Federal.
“A emenda parlamentar foi destinada para a obra citada sim, como várias outras que fiz ao longo de minha carreira parlamentar. Agora, quanto a execução da obra, divide-se a responsabilidade entre a Caixa Econômica Federal, de fiscalizar para que seja efetuada a liberação do recurso, e da Prefeitura Municipal, de concluí-la”, disse Gastão.
Vieira tomou posse nesta sexta-feira na pasta. Ele substituiu Pedro Novais (PMDB-MA), que deixou o cargo depois de a Folha revelar que ele usava funcionários pagos com dinheiro público em atividades particulares.


Fonte: Blog do Luís Cardoso



POSTO DE SAÚDE É ASSALTADO DE NOVO E CRIMINOSOS DEIXARAM RASTROS DE CRUELDADE


Foto de José Renata, vítima da agressão covarde,cedida para Correio Buritiense.
O Posto de Saúde de Buriti (Centro) foi novamente alvo de criminosos que roubaram equipamentos e agrediram gravemente o segurança José Renato, filho de seu Manezinho, que se encontra em coma, em Teresina (PI), respirando por ajuda de aparelhos, mesmo após intervenções cirúrgicas. O roubo aconteceu durante a madrugada de sexta para sábado e a agressão ao vigilante supõe-se que tenha sido com um pé-de-cabra ou ripa.
A polícia civil investigará o caso e a população exige, chocada, uma resposta rápida para este que já é o segundo roubo ao Posto, mas com o diferencial da brutalidade contra um trabalhador, que no exercício de seu trabalho e, praticamente, sem direitos trabalhistas assegurados, tornou-se vítima da violência que cerca nossa cidade.
Naturalmente, este fato nos remete para o primeiro roubo dos equipamentos de ultrassonografia e Raios X, de um analisador hematológico SDH-20 ( estimado em R$ 38.000,00), analisador bioquímico Bioplus-2000 ( cerca de R$ 7.000,00) e de um microscópio, além de várias sondas, ocorrido ano passado e que até hoje está imerso em dúvidas, suspeitas, silêncio por parte das autoridades e nenhuma conclusão do inquérito foi apresentado para população, que merece explicações tendo em vista que é o dinheiro público que está sendo surrupiado ao roubarem equipamentos de alto valor.
O custo total dos dois roubos, está estimado em cerca de R$ 80.000,00 ( oitenta mil reais).
Alguns questionamentos são necessários se fazer: Teria sido a agressão ao vigilante uma tentativa de queima de arquivo, já que durante o primeiro roubo ele também era o plantonista? Em decorrência da facilidade de acesso ao Posto, teria gente da área da saúde ligada aos roubos? Por que há um silêncio por parte das autoridades responsáveis diretamente pela saúde de Buriti?
Os cidadãos de Buriti exigem respeito com o dinheiro público e faz-se mais que necessárias explicações tanto do prefeito Neném Mourão quanto do secretário de saúde, Edivaldo Pimentel, já que cuidados importantes, como reforço da segurança do Posto, parecem não terem sido tomados mesmo após o primeiro roubo. 


Fonte: Correio Buritiense