quarta-feira, 10 de agosto de 2011


DUQUE BACELAR: Processo de legalização anda a passos de tartaruga e só atinge coelhonetenses
O
 processo de legalização iniciado pelo prefeito de Duque Bacelar, Flávio Furtado, no mês de abril, estranhamente até agora só 6 servidores foram exonerados e o que causa ainda mais estranheza é que todos eles são coelhonetenses. Alguns com mais de sete anos de prestação de serviço naquela municipalidade como professores efetivos.

Enquanto isso, mais de 18 pessoas, muitas delas ligadas ao prefeito,  em situação irregular por acúmulo,  continuam trabalhando. Embora os  nomes de várias dessas pessoas  estejam sendo divulgados nos quatro cantos do município, até agora não se tem notícia de que  o prefeito esteja lançando mão da celeridade usada no caso dos coelhonetense para fazer cumprir a lei que ele mesmo resolveu cumprir.

O retardamento do processo pode inclusive gerar crime de improbidade administrativa para o prefeito. Se ele tiver uma assessoria jurídica eficiente é possível que já tenha sido alertado do risco de efetuar uma legalização de forma arrastada e pela metade.

Pelo visto, os demais  prefeitos da região não querem nem ouvir falar nesse assunto devido ao caráter extremamente impopular que a medida acarreta.
Muitos deles estão até agora sem entender a iniciativa do colega prefeito de Duque Bacelar.  

Perguntar não ofende:
  
Quando é que o prefeito Flávio Furtado vai começar a exonerar as pessoas ligadas a ele que estão com acúmulo de cargo?

Por que o município de Duque Bacelar está sendo o único da região a iniciar esse processo de legalização? Será que “alguns assessores” do prefeito pensaram que atingiriam apenas os coelhonetenses que trabalhavam por lá e convenceram o mesmo a tomar tal medida?

As pessoas que estão ocupando as vagas deixadas pelos servidores exonerados, são efetivas ou apenas contratadas  ao frêmito da lei?  

Sem querer desejar o mal a ninguém, mas  verdade seja dita e justiça seja feita. Para todos!

Ajoelhou? Tem que rezar!

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